Se o cérebro da criança com transtorno do espectro autista fosse
uma casa, seria um lugar cheio de barulho em todos os cômodos, com
uma fiação muito complexa e paredes muito sensíveis a qualquer estímulo.
Esse excesso de sinapses ou de conexões neurais do cérebro da
criança com transtorno do espectro autista gera alterações muito variadas e
particulares em cada criança, de forma que raramente dois casos serão iguais.
Não importa o avanço da ciência.
De nada serve que cada ano conheçamos mais dados sobre esses transtornos
neurológicos do desenvolvimento que afetam uma parte significativa da nossa
população. A falta de consciência, os estereótipos e as imagens errôneas que
temos sobre essa condição fazem com que percamos muito do que o conhecimento
poderia nos oferecer.
As crianças e adolescentes com TEA (transtorno do espectro
autista) podem ter um comportamento rígido com o qual é difícil de lidar, não
há dúvida. Podem dispor também de uma mente privilegiada ou apresentar déficits
intelectuais graves. Apesar desse mundo enigmático no qual muitas vezes eles
ficam pairando, suspensos no tempo, eles também nos surpreendem em vários momentos com sua força,
sensibilidade, necessidade e afeto.
As famílias também são muito
admiráveis. Um amor incansável sempre cheio de energia que luta não só
diante dos estereótipos, mas que também tenta criar alianças junto ao resto dos
agentes sociais: médicos,
especialistas, professores, psicólogos e outros coletivos entregues por
completo a essas crianças.
Por isso, um modo de ajudá-los é compreendendo um pouco melhor essa realidade
interna que acontece dentro do cérebro da criança com transtorno do espectro
autista, nessas mentes que em um dado momento do
desenvolvimento ficaram suspensas em um ponto particular sem volta. Vejamos
mais a seguir.
“Eu te escuto melhor quando
não estou te olhando. O contato visual é algo incômodo. As pessoas nunca
entenderão a batalha que eu enfrento para poder fazer isso”.
-Wendy Lawson, 1998-
Se o cérebro da criança com transtorno do espectro autista fosse
uma casa, seria um lugar cheio de barulho em todos os cômodos, com
uma fiação muito complexa e paredes muito sensíveis a qualquer estímulo.
Esse excesso de sinapses ou de conexões neurais do cérebro da
criança com transtorno do espectro autista gera alterações muito variadas e
particulares em cada criança, de forma que raramente dois casos serão iguais.
Não importa o avanço da ciência.
De nada serve que cada ano conheçamos mais dados sobre esses transtornos
neurológicos do desenvolvimento que afetam uma parte significativa da nossa
população. A falta de consciência, os estereótipos e as imagens errôneas que
temos sobre essa condição fazem com que percamos muito do que o conhecimento
poderia nos oferecer.
As crianças e adolescentes com TEA (transtorno do espectro
autista) podem ter um comportamento rígido com o qual é difícil de lidar, não
há dúvida. Podem dispor também de uma mente privilegiada ou apresentar déficits
intelectuais graves. Apesar desse mundo enigmático no qual muitas vezes eles
ficam pairando, suspensos no tempo, eles também nos surpreendem em vários momentos com sua força,
sensibilidade, necessidade e afeto.
As famílias também são muito
admiráveis. Um amor incansável sempre cheio de energia que luta não só
diante dos estereótipos, mas que também tenta criar alianças junto ao resto dos
agentes sociais: médicos,
especialistas, professores, psicólogos e outros coletivos entregues por
completo a essas crianças.
Por isso, um modo de ajudá-los é compreendendo um pouco melhor essa realidade
interna que acontece dentro do cérebro da criança com transtorno do espectro
autista, nessas mentes que em um dado momento do
desenvolvimento ficaram suspensas em um ponto particular sem volta. Vejamos
mais a seguir.
“Eu te escuto melhor quando
não estou te olhando. O contato visual é algo incômodo. As pessoas nunca
entenderão a batalha que eu enfrento para poder fazer isso”.
-Wendy Lawson, 1998-
-Wendy Lawson, 1998-
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