sábado, 29 de outubro de 2016

Adequações no Processo de Avaliação (Decreto-Lei n.º 3, de 2008, Artigo 20º)

DISCIPLINAS:
Português
Matemática
Inglês
Ciências
História
Geografia
Ed. Física
…..
Tipo de Prova








·        Considerar como instrumentos de avaliação: todo o tipo de fichas e trabalhos realizados pelo aluno(a) (fichas suplementares, em casa ou em aulas de apoio), empenho e interesse manifestado pelas atividades escolares (apresentação do material necessário, caderno organizado), participações na aula, assiduidade, pontualidade, comportamento.








·        Simplificação das questões – respostas curtas, respostas de correspondência, preenchimento de espaços, respostas de escolha múltipla, verdadeiro/falso, questões simples sem grande grau de abstracão…)








·        Testes escritos de resposta curta








·        Testes escritos com texto segmentado








·        Redução do número de questões








·        Algumas questões mais orientadas








·        Adequação na formulação das questões:








o    Questões diretas e objetivas








o    Questões verdadeiro/falso








o    Respostas de escolha múltipla








o    Preenchimento de espaços








o    Questões de correspondência








·         Sequenciar a organização das questões de modo a que o aluno não se “perca”, tanto em termos da sua formulação (conduzir o aluno ao que é pedido e às conclusões) como ordenação (apresentar as perguntas pela ordem por que a matéria foi estudada)








·        Testes realizados com consulta








·        Testes orais orientados








·        Testes escritos orientados








·        Evitar testes que se baseiem apenas na capacidade de leitura do aluno








·        Realizar a avaliação com o apoio direto da docente de Educação Especial, em termos a definir








·        Permitir a pré-preparação de avaliações, facultando as instruções/materiais de apoio adequados (objetivos a serem avaliados/ficha modelo/texto a analisar/lista de vocabulário…)








·        Utilizar meios de avaliação diversificados, através de testes e outros meios específicos








·        Classificar de forma diferenciada, tendo em conta parâmetros específicos








·        Valorizar a utilização de processos de raciocínio na resolução de problemas, em detrimento do resultado final








·        Introduzir auxiliares visuais e/ou destacar barra sublinhar conceitos/indicações chave








·        Utilizar informação visual sugestiva, que contenha informação adicional e/ou indicadores de resposta








·        Reduzir o número de itens por página em situações de avaliação








·        Utilizar enunciados com letra bem percetível e a dois espaços, utilizar figuras, gráficos, etc, claramente percetíveis








·        Evitar a colocação de textos, quadros, figuras ou gráficos numa página e as respetivas questões nas costas da mesma ou noutras folhas








·        Permitir que as respostas sejam ditadas








·        Ler os testes ao(a) aluno(a)








·        Ajudar na leitura e interpretação de enunciado








Forma ou meio de expressão do aluno








·        Utilização de modalidades diferenciadas de avaliação








·        Valorização das áreas fortes do aluno








·        Valorização da oralidade








·        Valorização da expressão escrita








·        Supervisão frequente e orientação a fim de verificar se o aluno entende o âmbito da questão a que tem de dar resposta








·        Dar instruções simples, claras e curtas num estilo direto e conciso








·        Participação em atividades interpessoais e de grupo








·        Avaliação do conteúdo das respostas e não da forma








·        Permitir, no final da prova, que o aluno ou um docente passe a limpo as respostas dadas








·        Despenalizar os erros próprios da dislexia ou de limitações visuais








·        Utilização de:








o    Internet








o    Moodle da Escola








o    Autoavaliação








o    Materiais de compensação (software de ampliação)








Periodicidade








·        Avaliação contínua








·        Avaliação formativa








·        Distribuição dos conteúdos por um maior número de provas








·        Avaliação em hora, dia mais favorável ao aluno








Duração








·        Prolongamento do tempo destinado à avaliação








·        Realizar mais avaliações, em períodos mais curtos de tempo








Local de execução








·        Trabalhos realizados extra-aula








·        Avaliação realizada noutros contextos mais favoráveis (em locais distintos do resto da turma)








·        Outra (especificar)








Nível de exigência








·        Valorizar as atitudes, capacidades e competências transversais








·        Valorizar o esforço








·        Valorizar a progressão








·        Valorizar a realização dos trabalhos de casa








·        Testar desempenhos/noções simples/básicos








·        Adaptar o nível de abstração e complexidade das questões ou tarefas








·        Fornecer pistas para o aluno mais facilmente chegar à resposta








·        Excluir dos critérios de cotação as penalizações por erros ortográficos/vocabulário pouco elaborado/má construção frásica/caligrafia inadequada/troca de algarismos ou sinais…








·        Utilizar uma cotação diferenciada








·        Valorizar a participação na aula








·        Valorizar a realização de trabalhos na sala de aula








·        Reduzir o número de itens a que o aluno tem que responder nos testes








·        Não cotar apenas as questões que foram completadas integralmente










ADEQUAÇÕES CURRICULARES INDIVIDUAIS (ao abrigo do art. 18º, do Decreto-Lei 3/2008, de 7 de Janeiro)

Conteúdos
Objetivos Gerais
Objetivos Específicos
Estratégias/ Atividades
Recursos Materiais
Avaliação
1º P
2º P
3º P








































































































sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Despacho normativo n.º 1-F/2016 O Decreto -Lei n.º 17/2016, de 4 de abril,

                                                      AVALIAÇÃO na Educação Especial

 Procede  à terceira alteração ao Decreto -Lei n.º 139/2012, de 5 de julho, redefine os princípios orientadores da avaliação das aprendizagens, afirmando a dimensão eminentemente formativa da avaliação, que se quer integrada e indutora de melhorias no ensino e na aprendizagem.

Artigo 13.º
 Expressão da avaliação sumativa
 1— No 1.º ciclo do ensino básico, a informação resultante da avaliação sumativa materializa -se na atribuição de uma menção qualitativa de Muito Bom, Bom, Suficiente e Insuficiente, em todas as disciplinas, sendo acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução das aprendizagens do aluno com inclusão de áreas a melhorar ou a consolidar, sempre que aplicável, a inscrever na ficha de registo de avaliação.
 2 — No caso do 1.º ano de escolaridade, a informação resultante da avaliação sumativa pode expressar -se apenas de forma descritiva em todas as componentes do currículo, nos 1.º e 2.º períodos.
 3 — Nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, a informação resultante da avaliação sumativa expressa -se numa escala de 1 a 5, em todas as disciplinas, e, sempre que se considere relevante, é acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução da aprendizagem do aluno, incluindo as áreas a melhorar ou a consolidar, sempre que aplicável, a inscrever na ficha de registo de avaliação.
 4 — A expressão dos resultados da avaliação dos alunos do ensino básico abrangidos pelo artigo 21.º do Decreto -Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, na redação atual, obedece ao disposto nos números anteriores, de acordo com a especificidade do currículo do aluno.

5 — A ficha de registo de avaliação, que reúne as informações sobre as aprendizagens no final de cada período letivo, deve ser apresentada aos encarregados de educação, sempre que possível em reunião presencial, por forma a garantir a partilha de informação e o acompanhamento do aluno.